domingo, 30 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Bonitão de Ferrari se achando
ESPN.com.br / Motovelocidade - Informação é o nosso esporte - VÍDEO: Piloto italiano morre após acidente grave no GP da Malásia
ESPN.com.br / Motovelocidade - Informação é o nosso esporte - VÍDEO: Piloto italiano morre após acidente grave no GP da Malásia
Simoncelli morre após sofrer acidente grave GP da Malásia
Crédito da imagem: Reuters
se não correr...

Imagine só o susto do apressadinho...
http://lh6.ggpht.com/-gURTO87_eCE/ToYeyXt-C3I/AAAAAAAAAJ4/8ZLNRzKB8Xg/s400/tumblr_lrmhqnunnw1qk19l6o1_400.png
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Caracteres do homem de bem
Caracteres do homem de bem
na sua maior pureza. Se
interrogar a própria consciência sobre os atos que praticou,
perguntará se não transgrediu
essa lei, se não fez o mal, se fez todo o bem que podia, se
ninguém tem motivos para dele
se queixar, enfim se fez aos outros o que desejara que lhe
fizessem.
Possuído do sentimento de
caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem
contar com qualquer
retribuição, e sacrifica seus interesses à justiça.
É bondoso, humanitário e
benevolente para com todos, porque vê irmãos em todos
os homens, sem distinção de
raças, nem de crenças.
Se Deus lhe outorgou o poder e
a riqueza, considera essas coisas como UM
DEPÓSITO, de que lhe cumpre usar
para o bem. Delas não se envaidece, por saber que
Deus, que lhas deu, também lhas
pode retirar.
Se sob a sua dependência a
ordem social colocou outros homens, trata-os com
bondade e complacência, porque
são seus iguais perante Deus. Usa da sua autoridade para
lhes levantar o moral e não
para os esmagar com seu orgulho.
É indulgente para com as
fraquezas alheias, porque sabe que também precisa da
indulgência dos outros e se
lembra destas palavras do Cristo: Atire a primeira pedra aquele
que estiver sem pecado.
Não é vingativo. A exemplo de
Jesus, perdoa as ofensas, para só se lembrar dos
benefícios, pois não ignora
que, como houver perdoado, assim perdoado lhe será.
Respeita, enfim, em seus
semelhantes, todos os direitos que as leis da Natureza lhes
concedem,
como quer que os mesmos direitos lhe sejam respeitados.
Extraído
do Livro dos Espíritos – Livro III – capítulo XII – 918
De:
Allan Kardec
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Divulgando o Amor,
Vamos contribuir... Divulgando o Amor, a Paz e a Felicidade, transformando nossas mensagens num instrumento que valha a pena investir.
Muito Paz para todos.
Maledicência - Divaldo P. Franco,
Maledicência
O Algodão do silêncio é um dos melhores recursos para asfixiar a maledicência e fazer calar acusações indébitas.
Espinho cruel a ferir indistintamente é a palavra de quem acusa; cáustico e corrosivo é o verbo na boca de quem relaciona defeitos; veneno perigoso é a expressão condenatória a vibrar nos lábios de quem malsina; lama pútrida, trescalando fétido, é a vibração sonora no aparelho vocal de quem censura; borralho escuro, ocultando a verdade, é a maledicência destrutiva.
A maledicência é cultura de inutilidade em solo apodrecido. Maldizer significa destruir.
A verdade é como claro sol. A maledicência é nuvem escura. No entanto, é invariável a vitória da luz sobre a treva.
O maledicente é atormentado que se debate nas lavas da própria inferioridade. Tem a visão tomada e tudo vê através das pesadas lentes que carrega.
A palavra malsinante nasce discreta, muitas vezes, para incendiar-se perigosa, logo mais, culminando na calúnia devastadora.
Não há desejo de ajudar quando se censura. Ninguém ajuda condenando.
Não há Socorro se, a pretexto de auxílio, se exibem as feridas alheias à indiferença de quem escuta.
Quanto possível, extingue esse monstro da paz alheia e da tua serenidade, que tenta dominar-te a vida.
Caridade é bênção sublime a desdobrar-se em silencioso socorro.
Volta as armas da tua oração e vigilância contra a praga da maledicência aparentemente ingênua, mas que destrói toda a região por onde prolifera.
Recusa a taça venenosa que a observação da impiedade coloca à tua frente.
Desculpa o erro dos outros.
E’ muito mais fácil informar-se erradamente do que atingir-se o fulcro da observação exata.
As aparências não expressam realidades.
A forma oculta o conteúdo. Ninguém pode julgar pelo exterior.
Quando vier a tentação de acusar e apontar defeitos, lembra-te das próprias necessidades e limitações e, fazendo todo o bem possível ao teu alcance, avança na firme resolução de amar, e despertarás, além das sombras da carne por onde segues, num roteiro abençoado onde os corações felizes e livres buscam a Vida Verdadeira.
Texto extraido do Livro “Lampadário Espírita” psicografado por Divaldo P. Franco, ditado por Joana de Angelis
Veja mais em: http://blog.forumespirita.net/2011/10/23/maledicencia/#more-1907
O Poder - Divaldo P. Franco.
O Poder
![]() |
| Add caption |
Não deplores a função ou tarefa humilde, na qual te encontras edificando o futuro.
Todas as realizações, por mais grandiosas, não dispensam a participação das aparentes e pequenas contribuições que, em última análise, são-lhes fundamentais.
A melhor engrenagem pode desarticular-se quando alui modesto parafuso.
A maquinaria mais sofisticada estrutura-se com o mineral transformado, antes sem outra serventia.
Todas as tarefas que promovem a vida são de relevante significado.
Não é a função, que dignifica o homem, mas este quem a enobrece.
Realiza, desse modo, o teu dever, com a consciência de que ele é de suma importância no concerto geral da vida.
*
O fastígio e o poder são compromissos graves para aqueles que os detêm.
O fastígio facilmente leva à queda, sob as circunstâncias em que se apresenta e as facilidades de que se reveste.
O poder, quase sempre, leva à corrupção, face à transitória posição de que se faz cercar, com perigos e gravames.
O verdadeiro poder é o do amor, aquele que vem de Deus, que faz homens fortes em qualquer função, e dignos, íntegros, em todas as atividades.
Faze atua parte com o poder do amor e segue, feliz, até a tua vitória final.
Divaldo P. Franco. Da obra: Episódios Diários. Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Veja mais em: http://blog.forumespirita.net/2011/10/15/1847/#more-1847Felicidade - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A felicidade é um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude estão ausentes. Abrange uma gama de emoções ousentimentos que vai desde o contentamento até a alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem, ainda, o significado de bem-estar espiritual ou paz interior. Existem diferentes abordagens ao estudo da felicidade - pela filosofia, pelas religiões ou pela psicologia. O homem sempre procurou a felicidade. Filósofos e religiosos sempre se dedicaram a definir sua natureza e que tipo de comportamento ou estilo de vida levaria à felicidade plena.
A felicidade é o que os antigos gregos chamavam de eudaimonia, um termo ainda usado emética. Para as emoções associadas à felicidade, os filósofos preferem utilizar a palavraprazer. É difícil definir, rigorosamente, a felicidade e sua medida. Investigadores em psicologia desenvolveram diferentes métodos e instrumentos, a exemplo do Questionário da Felicidade de Oxford, para medir o nível de felicidade de um indivíduo. Esses métodos levam em conta fatores físicos e psicológicos, tais como envolvimento religioso ou político, estado civil, paternidade, idade, renda etc.
ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Felicidade
ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Felicidade
Assinar:
Postagens (Atom)



